|
"
Enquanto Pedro estava perplexo sobre qual seria o significado
da visão eis que os homens enviados da parte de Cornélio,
tendo perguntado pela casa de Simão, pararam junto
à porta
(Atos 10.17)."
Foi
um bom ano, para aquela jovem indústria metalúrgica,
pois recebera mais uma premiação de fornecedor
especial de uma grande multinacional, suas vendas cresceram
43%, importantes progressos operacionais foram alcançados.
Apesar destas conquistas, o resultado financeiro foi inexpressivo,
tínhamos a sensação de estar no mesmo
lugar, com pouco entusiasmo e limitada motivação.
Por quê? O que havia acontecido de errado?
Analisando
criteriosamente nosso desempenho passado, revisando alguns
parâmetros operacionais, projetando novos produtos,
fizemos nosso planejamento econômico financeiro para
o próximo ano (2007). Surpresos, constatamos que
com a introdução de pequenos ajustes, tínhamos
as condições básicas para obter um
expressivo resultado operacional. Entusiasmados com essas
perspectivas a diretoria aprovou, de imediato, o pagamento
aos funcionários, pela primeira vez na sua história,
de uma participação nos lucros de 10%, nos
meses de julho e janeiro, sobre os resultados do semestre
anterior.
Esta
decisão foi levada à gerência, cujas
reações foram muito boas. Aqueles números
nos despertaram para as grandes possibilidades existentes
à nossa frente; eles nos estimularam a um trabalho
em equipe; passaram a concentrar nossos esforços
nas grandes questões empresariais, deixando de lado
tantas coisas minúsculas, que consomem nossa atenção
e tempo, apesar de totalmente improdutivas. Aqueles números
nos conscientizaram de quão dependentes somos uns
dos outros; o financeiro já foi incumbido de ir constituindo
uma reserva de caixa para o pagamento desta gratificação
etc. Transformamo-nos, rapidamente, numa outra empresa,
com sonhos e metas, focada e rentável, estimulante
e desafiadora.
Foram
estabelecidas algumas regras tais como: se as vendas e lucros
semestrais não atingirem, pelo menos 90% do plano,
a participação nos resultados será
0 (zero); as metas de venda não atingidas num mês,
em vez de serem apenas justificadas e esquecidas, passaram
a constar como um objetivo adicional para os próximos
meses.
Explorar
a visão e aprimorar a postura, de forma inteligente
e criteriosa, em todos os níveis hierárquicos,
é uma extraordinária ferramenta de gestão,
capaz de alavancar vendas e resultados, de desenvolver e
integrar pessoas, de avançar de forma sólida
sobre o mercado.
Conclusão:
Não sei qual foi, em sua organização,
o grande desafio selecionado para o ano de 2007, nem sua
estratégia, nem suas prioridades. Espero, no entanto,
que ele seja grandioso e envolvente; que ele apaixone e
impulsione sua equipe. Como diz o texto acima, quero convidá-lo
a ter uma nova e grande visão, para este tão
promissor e único 2007 !!!
|