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Há
cerca de cinqüenta anos foi lançado pelo papa
da administração organizacional, o austríaco
Peter Drucker,o conceito da empresa voltada para o cliente.
A estratégia desenvolvida por ele tornou-se referência
na promoção de palestras, congressos, edições
de livros, lançamentos de vídeos e motivações
das mais variadas fontes de ensinamentos para encantar o
cliente. Iniciou-se, então, uma corrida - sem linha
de chegada - para fidelizar os consumidores, pois estudos
demonstraram que o custo para se conquistar um novo cliente
é muito maior do que para mantê-lo. Elogiável,
e facilmente compreensível, que na complexidade do
mundo dos negócios, atualmente, apostem-se todas
as fichas para satisfazer as expectativas, necessidades,
exigências, desejos e, até os sonhos da clientela.
Mas, para que esse objetivo possa ser atingido em toda sua
plenitude é indispensável agregar novos valores,
principalmente com parcerias estratégicas. Elas são
eficazes para organizações de qualquer porte
e segmento melhorando a qualidade, aumentando a produtividade,
reduzindo custos e maximizando a lucratividade.
A
decisão mais inteligente para que esses resultados
sejam factíveis, levaram as empresas de classe mundial
a intensificarem o intercâmbio de informações
e experiências com os seus fornecedores. A cumplicidade
pela excelência faz parte dos princípios da
competitividade internacional, pois as parcerias estratégicas
estão para o mercado como o alicerce está
para as edificações. Os ganhos, para vendedores
e compradores, são mais do que palpáveis:
informações atualizadas sobre o mercado, benchmarking
com a concorrência, aguçada percepção
das tendências do setor, inovações tecnológicas,
visibilidade das mudanças do estilo de vida do consumidor,
lançamento de novos produtos, além das vantagens
naturais sobre os componentes da negociação.
Com maior ou menor incidência, as empresas dependem
sempre da performance dos fornecedores para garantir a qualidade,
como por exemplo, na venda de planos de saúde. Neste
segmento muito dos serviços são terceirizados
para hospitais, laboratórios, clinicas especializadas,
consultórios médicos e prontos-socorros.
A
mudança de estilo de vida da mulher poderosa
na escolha da marca tem exigido a geração
de idéias audaciosas afim de que seja disponibilizado
o produto que mais a seduz a praticidade.
Aliás, quanto vale uma idéia? Quanto valeram
as idéias de Leonardo da Vinci - o profeta da criatividade,
de Oscar Niemeyer o arquiteto de Brasília,
de Thomas A.Edison o pai da eletricidade, de Irmã
Dulce referência em responsabilidade social
ou de Bill Gates? E quanto valem as milhares de idéias
sugeridas diariamente pela imensa massa trabalhadora? Vale
a pena alertar que iniciativas inovadoras têm como
fonte o conhecimento compartilhado, que deve ser exercitado
nas empresas, através do marketing de relacionamento
interno. O envolvimento e o comprometimento de todos os
dirigentes e funcionários, na busca obsessiva da
satisfação total dos clientes, é de
fundamental importância para que as metas da organização
possam ser atingidas. A filosofia, a pedagogia e a metodologia
da Gestão Interativa são fontes diferenciadas
de motivação para que os funcionários
desenvolvam, com prazer, o seu talento - aptidões
naturais e conhecimentos adquiridos. Este bem sucedido estilo
gerencial faz com que o processo de associação
de idéias, patente dos pensadores da antiga Grécia
e paraíso do atual modelo empreendedor, revele os
melhores fornecedores das empresas - seus próprios
funcionários. Estamos convencidos que o futuro das
organizações pode ser arquitetado através
da teoria da evolução orgânica do naturalista
inglês, Charles R.Darwin, (1809-1882) não
é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente.
Mas sim, aquele que melhor adaptar-se às mudanças.
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