Competitividade Empresarial: Da Teoria à Prática! - maio/07
 

"Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e isto
é a vitória que vence o mundo, a nossa fé (I João 5.4)."

Transformar organizações medíocres em empresas competitivas é uma tarefa árdua, exaustiva e interminável, para a qual bem poucos estão capacitados. Se por um lado ela vai requerer energia e perseverança incomuns, por outro lado ela será benéfica para o mercado e enriquecedora para seu corpo gerencial.

Ingressar num processo de busca da competitividade, mediante a elevação da performance operacional, pressupõe uma gama de competências pouco comuns na maioria de nossas empresas. Por essa razão, muitas companhias preferem, conscientemente, optar pelo comodismo e estagnação dos negócios, em vez de enfrentar o stress provocado pelos desafios da competitividade.

A competitividade empresarial se identifica mediante algumas evidências tais como: talentos pessoais, desempenho funcional excelente, gestão superior dos ativos, produtos de qualidade a preços compatíveis, equipe disciplinada e foco nos negócios. Devido às sérias implicações envolvidas, a busca da competitividade, para muitas firmas, não vai passar de um sonho vago e passageiro, rapidamente abandonado diante das primeiras dificuldades.

Caso sua organização resolva se lançar nesse processo de transformação rumo à competitividade, eis a seguir, alguns pré-requisitos para sua apreciação e análise:

1. A diretoria, previamente suportada pelos acionistas, deve querer, com convicção e unanimidade, ingressar neste processo, inclusive atribuindo-lhe caráter prioritário;

2. Prepare um plano de ação, por área de atuação, discriminando atribuições, responsáveis e prazos;

3. Disponha de um eficiente sistema de informações gerenciais para monitorar seus progressos;

4. Escolha um coordenador deste projeto, descreva sua função atribuindo-lhe autoridade, poder e responsabilidades;

5. Faça reuniões periódicas de avaliação;

6. Reveja seus processos produtivos, objetivando reduções sistemáticas de custos e despesas operacionais; e

7. Exija da equipe, no curto e longo prazo, resultados elevados e qualidade superior em todos os produtos e serviços.

Você precisa equilibrar oportunidades e riscos. Diversas empresas fracassam por:

1. Decisões incorretas;

2. Posturas impróprias;

3. Incompetência profissional;

4. Falta de perseverança;

5. Displicência diante dos parâmetros operacionais básicos;

6. Falta de agressividade do marketing;

7. Uma estrutura de capital deficiente; e

8. Tecnologia inapropriada.

Concluindo, queria desafiá-lo a encarar e a seguir abraçar a "competitividade" como uma filosofia de vida, como um valor fundamental. Só assim você conhecerá até onde vão seus limites profissionais e comportamentais. Desistindo, jamais conhecerá as potencialidades reais de sua empresa. Como diz o texto acima, fomos criados para grandes conquistas e para sermos vitoriosos em nossos empreendimentos! Recuso-me a pensar o contrário!

 
Fonte: (*) Humberto C. Lago é Consultor Empresarial e Diretor da PROSPERUS.
 
 
 
 


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