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Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita
de dia e de noite (Salmo 1.2).
O
programa de treinamento interno detectou que um dos maiores
e mais urgentes problemas da empresa era provocado pela
postura incorreta e pela falta de comprometimento
de seus funcionários. Estes são problemas
presentes, em maior ou menor intensidade, na maioria de
nossas organizações. Algumas delas, por desatenção,
menosprezo ou falta de uma análise criteriosa, resolveram
conviver normalmente com eles; outras entendem que esses
são problemas específicos da área de
recursos humanos ou da supervisão, a quem cabe conduzi-los,
estudá-los e solucioná-los. Contudo, a empresa
acima citada resolveu agir de modo diferente. Depois de
algumas reuniões internas, a nível de diretoria,
foram tomadas as seguintes decisões e providências:
1-
Definimos o perfil ideal dos funcionários desejados
pela organização, o qual compreendeu 12 (doze)
atributos básicos. De forma complementar, foram definidos
6 (seis) outros atributos que não queremos ver em
nenhum de nossos colaboradores;
2-
A seguir repassamos este perfil funcional, para a área
de recursos humanos, o qual, a partir desta data, será
considerado em toda a contratação de novos
funcionários;
3-
Decidimos que todos os chefes de setor deveriam fazer
uma reunião com seus funcionários, entregando
a cada um deles, uma cópia do novo perfil. Nessas
reuniões será feita a apresentação
e discussão deste assunto;
4-
Os formulários de avaliação de desempenho
funcional serão alterados, a fim de contemplar este
novo perfil. É pensamento da administração
que todos os colaboradores procurem se enquadrar nele. O
treinamento interno será uma das ferramentas essenciais
neste processo, acompanhado de dinâmicas de grupo
e palestras motivacionais; e
5-
O programa de participação nos resultados
da empresa levará em consideração o
enquadramento funcional, dentro dos novos princípios.
Mudar
o comportamento das pessoas é uma tarefa extremamente
árdua, subjetiva, e às vezes impossível
de ser realizada, quer esteja sob a responsabilidade de
um diretor, gerente ou supervisor. Não há
garantia de sucesso, nem mesmo com o envolvimento do setor
de pessoal, psicólogos, analistas etc. Portanto,
a diretoria deve prevenir, em vez de remediar.
Conclusão:
Muitas organizações pecam, e gravemente, porque
esperam determinada postura de seus funcionários,
porém isso não é passado para eles,
de forma antecipada, clara e adequada. Como conseqüência
disso, ocorrem erros, falhas, perda de tempo, problemas
esses inaceitáveis nas empresas que querem ser competitivas,
sustentáveis e líderes de mercado. A propósito,
como está sua organização nesse aspecto?
Seus colaboradores têm consciência do que é
esperado de cada um deles? Como diz o texto acima, nossa
postura e comprometimento, devem ser conseqüência
de nossas crenças, bem como da nossa identificação
pessoal com as expectativas superiores. Eu creio nisso !
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