Compromisso ético - setembro/07
 

Interessada em conhecer o tratamento dado ao assunto em outras corporações e também de que forma o mercado está se comportando, por sugestão da diretoria da AUSLAND, no dia 29 de agosto participei da palestra "Ética nos Negócios", ministrada pelo Sr. André Franco Montoro Filho.

Durante o evento e através dos debates realizados com os demais integrantes percebi como este assunto está se tornando presente nas corporações, pois vivemos em um momento muito delicado da vida nacional, em que comportamentos éticos não somente deixam de ser valorizados como também chegam a ser considerados antiquados e ultrapassados. A alegação de que todo mundo é desonesto se torna justificativa para o desrespeito às leis. Em que a repetida impunidade gera grande desânimo aos que cumprem suas obrigações e se torna grande estímulo a atividades ilegais.

Em contrapartida, as corporações estão cada vez mais atentas à questão de estarem ligadas a empresas idôneas que não irão colocar seu nome em situações comprometedoras à sua imagem. Os executivos são orientados e monitorados para que aliem a ética pessoal com a da empresa.

Mas o que fazer com a concorrência não ética? Sabemos que sua pratica no mundo dos negócios é habitual e que não existe muito que fazer contra isso. O antídoto seria utilizar-se da mesma tática, de uma maneira inversa, deixando bem claro que a conduta da empresa é competir de forma integra, sem conchavos e sem favorecimentos a qualquer profissional que esteja diretamente ou indiretamente ligado ao projeto.

A discussão em torno do assunto só está começando, porém a AUSLAND nos seus 17 anos de mercado sempre deixou bem claro para seus colaboradores, clientes e prospects que mantém total transparência em suas relações comerciais e não aceita práticas que visam obter negócios por meio ilícito. Da mesma forma, a AUSLAND não aceita qualquer tipo de suborno ou benefícios que possam comprometer ou que pareçam comprometer a capacidade de tomar decisões objetivas e comercialmente justas.

A finalidade dessa escolha ética é promover o bem comum, o que pode ser resumido em três alvos: não prejudicar ninguém, não deixar que ninguém o prejudique e não se prejudicar.

Adriana Roling

 
 
 
 


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