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Interessada
em conhecer o tratamento dado ao assunto em outras corporações
e também de que forma o mercado está se comportando,
por sugestão da diretoria da AUSLAND, no dia 29 de
agosto participei da palestra "Ética nos Negócios",
ministrada pelo Sr. André Franco Montoro Filho.
Durante
o evento e através dos debates realizados com os
demais integrantes percebi como este assunto está
se tornando presente nas corporações, pois
vivemos em um momento muito delicado da vida nacional, em
que comportamentos éticos não somente deixam
de ser valorizados como também chegam a ser considerados
antiquados e ultrapassados. A alegação de
que todo mundo é desonesto se torna justificativa
para o desrespeito às leis. Em que a repetida impunidade
gera grande desânimo aos que cumprem suas obrigações
e se torna grande estímulo a atividades ilegais.
Em
contrapartida, as corporações estão
cada vez mais atentas à questão de estarem
ligadas a empresas idôneas que não irão
colocar seu nome em situações comprometedoras
à sua imagem. Os executivos são orientados
e monitorados para que aliem a ética pessoal com
a da empresa.
Mas
o que fazer com a concorrência não ética?
Sabemos que sua pratica no mundo dos negócios é
habitual e que não existe muito que fazer contra
isso. O antídoto seria utilizar-se da mesma tática,
de uma maneira inversa, deixando bem claro que a conduta
da empresa é competir de forma integra, sem conchavos
e sem favorecimentos a qualquer profissional que esteja
diretamente ou indiretamente ligado ao projeto.
A
discussão em torno do assunto só está
começando, porém a AUSLAND nos seus 17 anos
de mercado sempre deixou bem claro para seus colaboradores,
clientes e prospects que mantém total transparência
em suas relações comerciais e não aceita
práticas que visam obter negócios por meio
ilícito. Da mesma forma, a AUSLAND não aceita
qualquer tipo de suborno ou benefícios que possam
comprometer ou que pareçam comprometer a capacidade
de tomar decisões objetivas e comercialmente justas.
A
finalidade dessa escolha ética é promover
o bem comum, o que pode ser resumido em três alvos:
não prejudicar ninguém, não deixar
que ninguém o prejudique e não se prejudicar.
Adriana
Roling
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